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sexta-feira, 25 de julho de 2014

Resolução do TRE-MS detalha o que pode e o que não pode nas eleições

Placas, cartazes e faixas não poderão ultrapassar medida máxima. Candidato ou partido que infringir a lei será penalizado
Os candidatos devem ficar atentos, principalmente, ao tamanho das placas com publicidade eleitoral. Caso haja irregularidades nesses quesitos, a multa varia de R$ 2 mil a R$ 8 mil (Foto: Arquivo)

 Tribunal Eleitoral Regional de Mato Grosso do Sul (TRE-MS) definiu regras sobre o que pode e o que não pode ser usado em propaganda eleitoral pelos candidatos que disputam as eleições 2014. A Resolução 519 detalha os locais onde a propaganda é permitida e dá detalhes sobre como devem ser painéis, faixas, placas, cartazes, pinturas em muros, entre outros.
Os candidatos devem ficar atentos, principalmente, ao tamanho das placas com publicidade eleitoral. Caso haja irregularidades nesses quesitos, a multa varia de R$ 2 mil a R$ 8 mil.
A resolução da Justiça Eleitoral delimita, também, o uso de áudio em propaganda, desde a sonorização em comícios, utilização de jingles e exibição de vídeo em telas.O papel do cabo eleitoral também foi regulamentado. Para não ter problemas com a fiscalização, ele deve estar devidamente contratado pelo candidato, partido ou coligação. É permitida a utilização, pelo cabo eleitoral, de camiseta e boné, mas apenas com a logomarca do partido ou coligação. É proibida a utilização de imagem do candidato.
A normativa aponta, ainda, o que pode ser servido em reuniões promovidas por simpatizantes de candidatos, papel da imprensa, e, principalmente o que não pode ser utilizado para propaganda eleitoral. A Justiça Eleitoral está atenta, também, para publicidade veiculada em países vizinhos sobre candidatos que disputam a eleição em Mato Grosso do Sul.
Para ler a resolução completa, clique aqui.
Fonte:G1 MS

Hortifrútis devem ficar 30% mais caros



Depois de ligeira queda e estabilidade nos preços dos hortifrútis, os valores dos produtos começaram a semana em alta e, de olho na meteorologia, a preocupação dos produtores é de contínua elevação.

Segundo reportagem na edição de hoje (25) do jornal Correio do Estado, se a previsão de geadas para o fim de semana for confirmada, o coordenador da Divisão de Mercado e Estatística da Ceasa-MS, Cristiano Chaves, estima majoração de até 30% nos preços.“A gente espera que não venha essa geada para cá, porque, se vier, provavelmente teremos aumento. Já estamos enfrentando problemas climáticos com outros fornecedores, como São Paulo, com seca, e região sul do País, com chuvas e frio”, diz.

Ele explica que é difícil mensurar de quanto pode ser o impacto nos preços, porque tudo depende da intensidade das geadas, mas estima alta de até 30%, principalmente por conta das folhagens, que têm a maior parte do abastecimento da Capital e interior feita por produção regional. O coordenador diz que, diante de previsões do tempo desfavoráveis, os permissionários já começam a buscar novos fornecedores, mas as intempéries climáticas estão afetando toda a região próxima do Estado. 

Gastando apenas R$ 1,50, apostador de MS ganha quase R$ 500 mil na Lotofácil



Apostador da cidade de Jardim, a 234 quilômetros da Capital, ganhou R$ 494.369,81 ao acertar 15 pontos da loteria, no concurso 1.085 da Lotofácil. O bilhete para concorrera ao prêmio custa R$ 1,50.
Além do sul-mato-grossense, acertaram os quinze números apostadores de Goiânia, Fortaleza e Buenópolis-MG. Ambos acertaram os números 03-06-07-08-09-10-14-16-18-19-21-22-23-24-25.
Com sorteios realizados três vezes por semana, às segundas, quartas e sextas-feira, o apostador tem três oportunidades de fazer a sua aposta numa das loterias mais jogadas do Brasil. Na Lotofácil, o apostador escolhe entre 15 a 18 números dos 25 disponíveis no volante.


terça-feira, 24 de junho de 2014

Micose de unha: tire suas dúvidas sobre o tratamento


micose de unha é uma dermatose incômoda e antiestética que afeta os pés, principalmente, mas que pode também estar presente nas mãos. Trata-se de uma infecção por fungos que se alimentam da queratina, presente na pele e unhas. Em geral, o paciente primeiro adquire a micose na planta dos pés e, após um período variável de tempo, devido às condições favoráveis para o desenvolvimento desses fungos (sapatos fechados tornam o ambiente quente e úmido), eles acabam por atingir também as unhas
O problema em relação a essa doença é que o tratamento é longo (média de 12 meses para os pés e quatro meses para as mãos) e os resultados demoram a serem percebidos, levando muitas pessoas a desistirem de se tratar. Além disso, alguns pacientes apresentam condições que dificultam o seu tratamento, o que prolonga ainda mais este período. Elaboramos este post com dicas do que fazer para evitar a reinfecção e sinais de que a sua micose de unha é de tratamento mais complicado. 

Como reconhecer o problema?
A micose de unha geralmente se manifesta com manchas brancas na superfície ou embaixo da unha, espessamento da pele sob a unha e da lâmina ungueal em grau variável. Além disso, alterações da coloração podem acompanhar os achados anteriores, variando do branco-amarelado ao acastanhado e até preto. Sempre que observar esse tipo de alteração nas unhas é aconselhável procurar o dermatologista para iniciar rapidamente o tratamento, uma vez que a doença mais avançada tende ser mais difícil de tratar. O melhor tratamento vai ser indicado pelo médico dermatologista e pode consistir de medicações orais, locais ou uma associação de ambas. 
Quais os sinais de que o tratamento vai demorar mais?
Os sinais mais importantes que indicam uma maior dificuldade para tratar a onicomicose são: a doença está na lateral da unha e chega até a região da cutícula, intenso descolamento da unha em relação ao leito e quando temos unhas muito espessadas. 
Além disso, pacientes que apresentem um crescimento mais lento das unhas - devido a problemas como: hipotireoidismo, doença vascular periférica, diabetes ou simplesmente idade avançada - têm uma maior suscetibilidade para o surgimento da infecção e, uma vez presente, uma maior dificuldade no seu tratamento. 
Pacientes do sexo masculino, imunossuprimidos e com doenças associadas que impedem o tratamento oral, também terão uma maior dificuldade de tratamento. Os fungos dermatófitos são mais facilmente eliminados que as leveduras e estas, por sua vez, do que os bolores. Portanto, o tipo de fungo que está envolvido também ajuda a estimar o tempo de tratamento e o que esperar dele. 
O que fazer para evitar a reinfecção?
Após fazer o tratamento da micose, é importante tomar alguns cuidados: secar bem os pés antes de calçar os sapatos, limpá-los muito bem e deixá-los no sol, usar talcos antifúngicos para evitar a contaminação e ficar atento a qualquer sinal de retorno da doença. 


ESCRITO POR: Tatiana Gabbi  Dermatologia

Envelhecimento dos cabelos causa perda de espessura e maior fragilidade dos fios

Entenda quais as mudanças do cabelo com o tempo e os possíveis tratamentos para esses sintomasOs estudos sobre o envelhecimento dos pelos são quase exclusivamente restritos aos cabelos localizados no couro cabeludo. Essencialmente, o processo de envelhecimento se caracteriza por dois fenômenos: a redução da densidade dos fios, com diminuição de sua espessura, e a perda de sua cor natural, que leva à canície capilar (cabelos brancos). 

Acredita-se que haja um encurtamento da fase anágena dos cabelos, que é a fase em que os pelos crescem. Isso faz, com o tempo, que os folículos terminais (pelos mais grossos) se transformem em pelos velos (aqueles fiozinhos finíssimos que temos nas áreas não pilosas da face). Clinicamente, isso se traduz com a diminuição e o encurtamento dos fios na cabeça. De fato, a idade tem certa influência no crescimento do cabelo. Sabemos que, em média, nas mulheres os fios crescem cerca de 0,34 mm ao dia, contra 0,37 mm ao dia nos homens. A partir dos 70 anos alguns estudos demonstram uma redução do crescimento em ambos os sexos, com uma média de crescimento de aproximadamente 0,33mm/dia. 
É fundamental diferenciar esse padrão distinto da rarefação normal da idade com a alopecia androgenética, que é a calvície de padrão masculino, e que pode ocorrer em ambos os sexos. Além disso, existem outras doenças do couro cabeludo que evoluem com a perda dos cabelos, como a alopecia areata, o eflúvio telógeno e as alopecias cicatriciais, com destaque para o líquen plano pilar. Como esse diagnóstico pode ser, às vezes, mais difícil, é aconselhável procurar um dermatologista para saber se existe doença associada ou se se trata realmente apenas da rarefação normal da idade. 
A seguir, entenda melhor como cada um dos sintomas do envelhecimento capilar acontece: 

Diminuição da espessura dos fios

A espessura dos fios de cabelo parece diminuir com a idade, com o aumento proporcional dos cabelos finos no decorrer da vida. Há também, com o tempo, uma redução de lipídeos, notadamente do colesterol, especialmente nas mulheres. Isso poderia explicar o motivo da redução da espessura dos fios, além da ocorrência de cabelos mais frágeis e quebradiços em mulheres de faixa etária mais elevada. 

Canície capilar (cabelos brancos)

A perda gradual da cor dos cabelos se inicia, em geral, entre a terceira e a quarta décadas de vida. Os cabelos grisalhos costumam aparecer primeiramente nas regiões das têmporas, seguidas das áreas laterais da cabeça, e finalmente próximos à nuca. A redução de melanina (pigmento que dá cor aos fios) e dos melanócitos (células onde esse pigmento é produzido) é que leva à cor acinzentada e branca dos fios. Essas células, em indivíduos mais velhos, tendem a produzir menor quantidade de pigmento e também formar menos grãos de pigmento que serão transmitidos de forma deficiente para os fios. 
A percepção da cor "branca" ocorre pela reflexão da luz na queratina do cabelo (proteína que forma o fio). Cada vez mais se discute e se estuda a influência dos radicais livres de oxigênio no envelhecimento tanto da pele como dos cabelos. É possível que esses radicais livres interfiram no processo de formação de melanina no interior dos pelos e que esse mecanismo se torne mais intenso com o passar dos anos. 
A canície precoce é o envelhecimento dos cabelos, com o surgimento de fios brancos antes dos 20 anos de idade. Existem formas adquiridas e congênitas e algumas doenças que levam ao aparecimento do quadro, como o vitiligo e a alopecia areata, além de síndromes raras como a progeria, síndrome de Rothmund-Thomson e de Chediak-Higashi. Portanto, caso tenha fios brancos antes dessa idade, também é aconselhável procurar o dermatologista para descartar algo mais sério, como uma doença metabólica ou até mesmo uma reação medicamentosa. No entanto, na maioria das vezes é uma forma familiar de canície que não tem maior gravidade ou significado clínico. 

O que pode ser feito para prevenir e melhorar essas mudanças relacionadas à idade?

Há uma série de tentativas de melhorar a aparência dos fios através de medidas cosméticas. A lavagem é importante e deve ser feita de forma regular, de acordo com as orientações do dermatologista e do profissional que cuida dos seus cabelos. No entanto, os shampoos nutritivos infelizmente não levam a uma alteração significativa na estrutura dos cabelos. Como os cabelos são mais finos e frágeis, recomenda-se usar shampoos catiônicos, para evitar o efeito frizz que esses fios normalmente adquirem. Os condicionadores com óleos essenciais e silicones, especialmente a dimeticona, ajudam a formar uma camada protetora nos fios, facilitando a sua penteabilidade e evitando danos decorrentes do ambiente, tais como vento, radiação ultravioleta e calor. Além disso, na hora de secar, deve-se evitar o dano térmico, pois são cabelos especialmente fragilizados. Não se recomenda o uso de secador e chapinha muito quente, portanto. Podem ser recomendadas hidratações especiais com proteínas e ácidos graxos essenciais como a lanolina e a lecitina, feitos em salões de beleza especializados. 
Quanto à canície, já foi observada a repigmentação espontânea dos cabelos em alguns indivíduos, especialmente naqueles casos em que os pelos brancos surgiram devido a distúrbios metabólicos ou nutricionais. Por exemplo, a canície associada ao déficit de vitamina B12 pode ser totalmente revertida com a sua reposição. No entanto, o grande tratamento para esse tipo de problema continua sendo a coloração dos fios com tinturas permanentes e semi-permanentes. Esses produtos tingem os cabelos brancos e, muitas vezes, de forma bastante natural, sendo uma excelente alternativa cosmética tanto para homens como mulheres. 
Do ponto de vista de tratamento clínico, o dermatologista pode recomendar o uso de vitaminas específicas, como a queratina, a biotina e compostos como a melatonina, que parecem auxiliar na prevenção da rarefação capilar decorrente da idade. Alguns recomendam o uso de vitamina A, outros acreditam que ela prejudique, sendo algo controverso na literatura. Até que ponto o minoxidil e seus derivados auxiliam no aumento da espessura dos fios no caso da rarefação capilar decorrente da idade, é outra questão em aberto: pessoalmente acredito que seja uma tentativa válida utilizar loções e shampoos com essa composição. Essas intervenções, no entanto, parecem ser válidas apenas para a rarefação. 
No caso dos cabelos brancos, até o momento não foi desenvolvida nenhuma substância local ou oral capaz de devolver a cor aos fios de forma definitiva. Existe um estudo com modelo animal (ratos) em que uma substância denominada superóxido dismutase é aplicada localmente nos pelos. Essa substância teria um efeito protetor contra a oxidação causada pelos radicais livres de oxigênio nos fios, pois promove a inativação desses radicais. Por conta disso, haveria uma proteção desses fios do envelhecimento e da canície. 
Alguns casos de pelos brancos ao redor dos olhos (cílios e sobrancelhas) foram revertidos com o uso de colírios para glaucoma. Por esse motivo, já existe o uso dermatológico desse tipo de produto com o objetivo de aumentar o número de cílios e também sua pigmentação, que reduzem com a idade. Talvez esteja aí uma esperança no sentido de desenvolver um tratamento para os cabelos brancos. 

Por:Dra Tatiana Gabbi - Dermatologia

Maio de 2014 foi o mês mais quente do mundo desde 1880

O mês de maio de 2014 foi o mais quente no mundo desde que começaram a subir as temperaturas em 1880, anunciou nesta segunda-feira (23) a Agência Americana Oceânica e Atmosférica (NOAA).
A temperatura média na superfície terrestre e dos oceanos atingiu 15,54 graus Celsius em maio, isto é, 0,74°C a mais que a média de 14,8°C no século XX.
Também foi o 39º mês de maio consecutivo e o 351º mês seguido em que a temperatura global do planeta esteve acima da média do século XX, explicou a NOAA.
A última vez em que a temperatura de um mês de maio foi inferior à média do século XX remontava a 1976. O último mês em que a temperatura esteve abaixo da média no século passado foi em fevereiro de 1985.
A maior parte do planeta viveu em maio deste ano temperaturas mais quentes do que a média com picos de calor no leste do Cazaquistão, partes da Indonésia e o noroeste da Austrália, entre outros.
No entanto, partes do nordeste do Atlântico e locais limitados no noroeste e sudoeste do Pacífico, assim como nas águas oceânicas do sul da América, foram mais frias do que a média.
A temperatura de abril de 2014 esteve a par com a de 2010, que tinha sido a mais quente registrada no planeta aquele mês desde 1880, segundo a NOAA.
Segundo prognósticos da NOAA, há 70% de probabilidades de que a corrente quente do Pacífico El Niño volte a aparecer este verão no hemisfério norte e 80% de possibilidades de que surja durante o outono e inverno próximos, o que poderia ter um impacto importante nas temperaturas e nas precipitações em todo o mundo.